Novak Djokovic disse que seguiria sem treinador por enquanto, depois se separar de Andy Murray na semana passada, enquanto o sérvio se prepara para sua mais recente tentativa de invadir o 25º título de Grand Slam, um recorde, em Roland Garros.
A parceria de sobranceiro nível com Murray, tricampeão do Grand Slam, durou exclusivamente seis meses, mas Djokovic disse que seu reverência pelo escocês só cresceu nesse período.
“No momento, não preciso de um treinador. Não preciso me precipitar em nenhum contexto. Me sinto confortável com as pessoas ao meu volta”, disse Novak Djokovic a repórteres na terça-feira (20), um dia antes de enfrentar Marton Fucsovics no Franco de Genebra.
“Nos próximos torneios, veremos o que acontece.”
Djokovic, de 38 anos, não venceu no saibro levante ano, depois ser eliminado do Masters de Monte Carlo e do Madrid Open com derrotas em sets diretos no mês pretérito, e sua performance é uma preocupação para Roland Garros, que começa no domingo (25).
Ele havia indicado o também ex-número um do mundo Murray antes do Australian Open deste ano e disse em fevereiro que continuaria trabalhando com ele por tempo indeterminado.
“Sentimos que não poderíamos tirar mais proveito dessa parceria em quadra, e isso é tudo”, acrescentou Djokovic.
“Meu reverência por Andy continua o mesmo, e, na verdade, eu o conheci melhor porquê pessoa.”



