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Relembre grandes finais emocionantes da F1

Lando Norris, Max Verstappen e Oscar Piastri decidem neste domingo quem será o grande vencedor da Fórmula 1 em 2025

Reprodução/ F1Relembre algumas outras emocionantes ocasiões em que o título de Vencedor Mundial foi determinado na última lanço

Neste domingo (7), a Fórmula 1 conheceu o vencedor do Campeonato Mundial de Pilotos de 2025. Lando Norris, da McLaren, levou seu primeiro título depois terminar em terceiro o GP de Abu Dhabi. Em segundo lugar, o tetracampeão Max Verstappen, da Red Bull, não conseguiu a histórica viradela. Em terceiro, Oscar Piastri, companheiro de Lando, mostrou potencial para disputar no porvir. Três pilotos com chances de ser vencedor é uma coisa que acontece raras vezes na maior categoria do automobilismo mundial. Relembre algumas outras emocionantes ocasiões em que o título de Vencedor Mundial foi determinado na última lanço.

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Na última volta

A temporada de 2021 foi uma das mais disputadas de todos os tempos. Lewis Hamilton pela Mercedes, depois lucrar 6 títulos nos últimos 7 anos, conhecia um opositor a profundeza. Max Verstappen finalmente tinha sege e maturidade para percutir de frente com o britânico.

Chegando em Abu Dhabi empatados em 369,5 pontos, Hamilton lidera o GP com tranquilidade e de motor muito mais novo que Verstappen, porém, tudo mudou na volta 53. Nicholas Latifi bateu sua Willians e causou uma bandeira amarela. Com todos os carros juntos e uma polêmica decisão do diretor de prova Michael Masi, na volta 58, Verstappen e Hamilton teriam um duelo final. Com pneus mais desgastados e Verstappen com pneus macios novos, na curva 5, o holandês acabou com o reinado do inglês para inaugurar o seu próprio.

Desolação em Interlagos

Se os astros não favoreceram Hamilton em 2021, em 2008 a história foi dissemelhante. Chegando em Interlagos, última lanço, o inglês liderava o campeonato com sua McLaren por sete pontos. Na segunda posição, Felipe Volume e Ferrari tentavam repetir o milagre de 2007, em condições muito mais favoráveis.

Volume não errou zero. Fez a pole e dominou a corrida. Porém, a chuva chegou em Interlagos, porquê de prática. Hamilton estava na sexta posição, que dava o título ao brasiliano, depois paragem para troca de pneus por conta da chuva. Timo Glock, da Toyota, optou por não parar. Volume ganhou a corrida. Na última curva da pista o teutónico, que estava em quinto, perdeu muita velocidade por conta dos pneus slick e o inglês rumou para o seu primeiro título mundial passando por ele. Volume e o Brasil foram campeões em vivenda por tapume de 30 segundos.

Milagre em Interlagos

Em 2007, Ferrari e McLaren se digladiaram por toda a temporada. A equipe inglesa montou um time dos sonhos. Fernando Alonso e Lewis Hamilton guiavam chefiados pelo lendário Ron Dennis. Na escuderia italiana, Volume e Kimi Räikkönen tentavam suprir a aposentadoria de Michael Schumacher.

Chegando para a última lanço, novamente em Interlagos, Kimi estava em terceiro lugar no campeonato com chances remotas de título. Hamilton e Alonso, que brigaram mais entre eles que qualquer outra coisa na temporada, tiveram o mesmo problema no Brasil. O inglês se perdeu tentando se tutorar do espanhol e teve problemas de câmbio. Abriu espaço para que o finlandês vencesse a corrida e garantisse o título por um único ponto. Foi o último título de pilotos dos italianos.

Petrov, Alonso e Vettel

Chegando na última corrida da maluca temporada de 2010, no GP de Abu Dhabi, quatro pilotos tinham chance de título. Alonso, tendo vencido três das últimas cinco corridas, e estado no pódio em todas, liderava com 246 pontos. Mark Webber e Sebastian Vettel estavam em segundo e terceiro lugar, respectivamente com 238 e 231 pontos. Lewis Hamilton vinha logo a seguir com 222 pontos. O espanhol precisava exclusivamente de um segundo lugar para ser vencedor. Se Vettel vencesse, o quarto lugar bastaria.

Mas não foi o que aconteceu. Vettel largou na pole e não saiu mais da primeira colocação. Alonso, que largou em terceiro, tentou deter uma paragem cedo de Webber. O espanhol foi lançado na pista na sétima colocação detrás de Vitaly Petrov, da Renault. O russo já havia parado em um safety car mais cedo, e acabou por segurar Alonso por 40 longas voltas. Vettel se tornou o vencedor mais novo da história da F1, com 23 anos e 134 dias.

“Dick Vigarista”

A temporada de 1994 é lembrada principalmente pelas mortes de Roland Ratzenberger e Ayrton Senna em Ímola. Apesar da tragédia, a competição continuou. Depois de um domínio inicial da Benetton com Michael Schumacher, a Williams, que tinha perdido sua grande estrela no início do ano, voltava a combate com Damon Hill.

Em Adelaide, encerrando o ano na Austrália, Hill estava exclusivamente um ponto detrás do teutónico. Schumacher liderou a maioria do GP com o inglês colado na sua traseira. Porém, depois transpor da pista na volta 36 e colidir com o muro, ele trouxe o sege de volta claramente mais lento. Hill tentou passar na curva seguinte, mas foi atingido pelo teutónico que deu na lateral da Williams. Com a suspensão quebrada, o inglês não conseguiu retornar e Shumacher garantiu seu primeiro de sete títulos, e indicava uma série de eventos que lhe renderia o sobrenome de “Dick Vigarista”. Ele tentaria repetir a mesma manobra em 1997, contra Jacques Villeneuve, mas não teve sucesso e ainda foi desclassificado do campeonato.

Estouro em Adeleide 

A temporada de 1986 teve Nigel Mansell, Nelson Piquet, Alain Prost e Ayrton Senna (formando o lendário quarteto) se revesando na vitória das corridas, e decidindo o campeonato no giro de rua de Adelaide, na Austrália. Os pilotos da Williams (Piquet e Mansell) e Prost, da McLaren, tinham chances de título. Mansell largou na pole, mas deixou Rosberg, também da McLaren, liderar por estar em ritmo mais lento, administrando o resultado, já que o terceiro lugar bastava para ser vencedor. Prost e Piquet precisavam vencer.

A Goodyear, fornecedora de pneus, garantiu para a Willians que eles durariam toda a corrida. Não aconteceu. O pneu traseiro recta do Leão explodiu a mais de 280 km/h em reta e acabou com as chances do inglês. Temendo que o mesmo acontecesse com Piquet, que agora liderava com o desleixo de Rosberg, a equipe optou por pará-lo. Isso abriu caminho para que Prost assumisse a liderança, e mesmo com pouco combustível, fosse vencedor duas vezes seguidas, o que não acontecia desde 1960, com Jack Brabaham.



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